Deputado Marcos Pollon diz que parlamentares de direita sofrem perseguição política para não votarem derrubada de veto
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| Assessoria |
O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) afirmou neste domingo (1º) que parlamentares de direita estariam sendo alvo de perseguição política com o objetivo de afastá-los da Câmara dos Deputados e impedir a participação na votação que pode derrubar o veto relacionado à dosimetria das penas. A declaração foi feita durante a Caminhada pela Liberdade, realizada na Avenida Paulista, em São Paulo.
O ato reuniu apoiadores que defendem anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e criticam decisões do Judiciário. Durante o evento, Pollon afirmou que processos em andamento no Conselho de Ética teriam a intenção de reduzir o número de votos favoráveis à derrubada do veto.
Segundo o parlamentar, o afastamento de deputados poderia impactar diretamente o resultado da votação. “Eles querem nos afastar para que a gente não vote na derrubada do veto. Três votos a menos na derrubada do veto. Isso é um sistema nefasto que pune quem enfrenta o sistema”, declarou.
Pollon também questionou a marcação de reuniões do Conselho de Ética antes do Carnaval, afirmando que essa antecipação não seria comum em anos anteriores. O deputado citou datas de encontros passados para embasar a crítica e classificou os procedimentos como perseguição política. “Não é julgamento. É perseguição política. Eu sinto orgulho de estar sendo perseguido nessa ditadura, porque se você é oposição e não está sendo perseguido, você está sendo oposição do jeito errado”, disse.
Durante o discurso, o deputado fez críticas ao sistema político e ao combate à corrupção no país. Para ele, problemas como a violência e falhas na saúde pública seriam consequência direta da corrupção e da atuação que considera omissa do Senado Federal.
O parlamentar também direcionou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que a postura da Corte estaria relacionada à falta de reação do Legislativo. “Se o Supremo se sente confortável em receber R$ 130 milhões no escritório da esposa e em ganhar presente, é porque o Senado é covarde”, afirmou.
A Caminhada pela Liberdade contou com a presença de parlamentares e apoiadores alinhados à direita e teve como principal pauta a defesa da anistia aos condenados e investigados pelos atos de 8 de janeiro, além de críticas a decisões do Judiciário.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News


