População cobra respostas sobre caso de professor que pedia fotos de alunos pelados em Anastácio
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A cidade de Anastácio está em pé de guerra e cobrando respostas urgentes das autoridades após a revelação de que um professor de 42 anos usava o perfil oficial da Escola Estadual Romalino Alves de Albres para pedir fotos íntimas a alunos menores de idade. O caso, que já vinha acontecendo pelo menos desde 2023, só foi descoberto no final de fevereiro por outra professora que assumiu a rede social da escola.
Segundo o boletim de ocorrência, a conta da instituição ainda estava ligada ao perfil pessoal do professor, identificado pelas iniciais U. A. P., porque era ele quem administrava a página antes. A situação veio à tona quando a nova responsável começou a receber notificações de mensagens de cunho sexual entre ele e os estudantes.
A notícia se espalhou rápido e gerou uma onda de revolta, com os moradores exigindo que o caso não acabe em "pizza". Como o professor é uma figura muito conhecida na região, o susto foi geral. Algumas mães de alunos desabafaram sobre a decepção: “Nossa, nem dá pra acreditar. Ele parecia ser gente boa, mas na verdade era um pedófilo”, comentou uma delas.
Outra mãe reforçou que a aparência dele enganava a todos: “Eu sempre cumprimentava ele na escola e nem me passava pela cabeça, por isso temos que ter cuidado”. A indignação também tomou conta das redes sociais com comentários como: “Que sem-vergonha, deveria estar ensinando e não fazendo isso”.
De acordo com as investigações, o professor aliciava os jovens oferecendo dinheiro, pagando corridas de aplicativo e até comprando lanches em troca das fotos pelados. Ele orientava os alunos a mandarem as imagens por visualização única para não deixar rastro e chegava a fazer chamadas de vídeo.
Nas mensagens, ele também convidava os adolescentes para irem até sua casa, dizendo que deixaria a porta aberta e que “ninguém podia saber”. Com a pressão da população por justiça, o Jornal A Princesinha News aguarda um posicionamento da Secretaria de Estado de Educação (SED). O espaço segue aberto para que a defesa do professor se manifeste.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News





