Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em Portugal quase 16 anos após crime que chocou o Brasil
![]() |
| Reprodução |
Quase 16 anos após o assassinato de Eliza Samudio, caso que marcou o noticiário brasileiro em 2010, o nome da modelo voltou a ganhar repercussão nos primeiros dias de 2026. Nesta segunda-feira (5), um homem afirmou ter encontrado o passaporte de Eliza no apartamento que aluga em Portugal.
Segundo relato feito ao Portal LeoDias, o documento estava guardado em uma estante, entre livros. Após a descoberta, o passaporte teria sido entregue ao Consulado-Geral do Brasil, em Lisboa, para as providências cabíveis. A identidade do homem não foi divulgada.
Durante a entrevista, ele levantou questionamentos sobre como o documento teria chegado ao local. “Quem seria capaz de entrar no país com o passaporte de uma pessoa que está morta?”, indagou. Ele afirmou ainda que prefere não tirar conclusões precipitadas e deixar a apuração sob responsabilidade das autoridades portuguesas e brasileiras.
“Posso estar falando alguma coisa que possa prejudicar alguém que não tem nada a ver. Prefiro que investiguem de fato como esse passaporte foi parar naquela casa, não posso afirmar nada”, declarou.
O homem também disse demonstrar preocupação com o impacto da notícia para a mãe e o filho de Eliza Samudio. Durante a conversa, chegou a levantar a hipótese de que a modelo pudesse estar viva, apesar da confissão do ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo crime.
“No meu ponto de vista, eu não teria coragem de entrar em outro país com o passaporte de alguém que morreu. Acredito que outra pessoa também não faria isso, a não ser que estivesse envolvida no crime”, afirmou.
De acordo com informações divulgadas pelo portal, o passaporte apresenta apenas um carimbo de entrada em Portugal, datado de 5 de maio de 2007, sem registro de saída. No entanto, há comprovações de que Eliza esteve no Brasil após essa data, inclusive no período em que ocorreu o crime, que foi cometido em território brasileiro.
O caso segue sob análise das autoridades, que devem investigar a autenticidade do documento e as circunstâncias em que ele foi encontrado.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News

.gif)
