Subtenente da PM é encontrada morta em casa e namorado apresenta versões contraditórias em MS
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A subtenente da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi encontrada sem vida no final da manhã desta segunda-feira (6), em sua residência localizada no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande. O caso levanta suspeitas após o namorado da vítima, de 50 anos, apresentar versões diferentes sobre o ocorrido.
De acordo com informações apuradas, Marlene estava fardada no momento em que foi encontrada. Com 35 anos de ծառայ na corporação, ela atuava na Ajudância Geral da Polícia Militar. O fato aconteceu por volta do horário de almoço.
Um vizinho da subtenente, que também é policial militar, pulou o muro da residência após perceber algo estranho e encontrou o namorado da vítima com um revólver na mão. Inicialmente tratado como testemunha, o homem passou a ser alvo de atenção das autoridades devido às inconsistências em seus relatos.
Em uma das versões apresentadas à polícia, o namorado afirmou que Marlene teria tirado a própria vida. Segundo relato de um militar que atendeu a ocorrência, ele disse que a subtenente foi até um canto da sala e efetuou o disparo, enquanto ele tentou impedir segurando sua mão. No entanto, posteriormente, o homem apresentou outras versões, incluindo a de que a arma estaria caída no local.
As divergências levantaram suspeitas. Conforme destacado por policiais que acompanham o caso, o homem já apresentou pelo menos quatro versões diferentes dos fatos, o que impede, até o momento, conclusões definitivas sobre a dinâmica da morte.
O casal mantinha um relacionamento há cerca de um ano e seis meses e, segundo testemunhas, havia passado a morar junto recentemente. Ainda conforme apurado, o namorado possui antecedentes criminais por roubo, homicídio e violência doméstica — embora, neste último caso, não envolvendo a atual companheira.
Diante da situação, o homem foi algemado e encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), onde o caso segue sob investigação. A polícia trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte da subtenente, considerada, até o momento, suspeita.


