ÚLTIMAS
---
A Princesinha News - Aquidauana - Mato Grosso do Sul


Menino de 11 anos luta contra doença rara e família pede ajuda para evitar perda da visão em MS

Redes Sociais

Aos 11 anos, o pequeno Kauã Miguel da Cruz Cavalheiro enfrenta uma corrida contra o tempo para preservar a própria visão. No fim de 2025, o menino começou a apresentar dificuldades para enxergar,  algo incomum até então, já que nunca havia tido problemas oftalmológicos.

Diante da persistência dos sintomas, a mãe, Viviane da Cruz, de 29 anos, buscou atendimento médico acreditando que o filho precisaria apenas de óculos. No entanto, o diagnóstico trouxe preocupação: Kauã foi identificado com ceratocone em estágio avançado nos dois olhos.

A doença é degenerativa e progressiva, causando o afinamento e a deformação da córnea, que passa a assumir formato de cone. Como consequência, o paciente desenvolve astigmatismo irregular e visão distorcida. No caso do menino, o grau já chegou a 7, elevando o risco de perda total da visão com o passar do tempo.

Embora não tenha cura, o ceratocone pode ser controlado. Para impedir o avanço da doença, Kauã precisa ser submetido ao procedimento conhecido como crosslinking, técnica minimamente invasiva que fortalece as fibras da córnea e estabiliza o quadro clínico.

No entanto, o tratamento tem um custo elevado: R$ 14.600, valor que inclui equipe médica, estrutura hospitalar, medicamentos, anestesia e acompanhamento pós-operatório. Conforme o orçamento, 30% do valor deve ser pago antecipadamente para garantir o agendamento, e o restante quitado antes da realização da cirurgia, realidade fora do alcance financeiro da família.

Diante da urgência, Viviane iniciou, no dia 14 de maio, uma campanha solidária para arrecadar recursos. Até o momento, foram arrecadados R$ 880, quantia ainda distante do necessário para viabilizar o procedimento.

“Caso não consigamos realizar esse tratamento, a alternativa seria um transplante de córnea, o que é extremamente difícil, principalmente pela falta de doadores compatíveis para alguém da idade do Kauã”, explica a mãe.

A família pede a colaboração da população. Doações de qualquer valor podem ser feitas por meio de vaquinha virtual ou via Pix, pela chave 002.647.391-75 (CPF). A mobilização é vista como essencial para garantir ao menino a chance de continuar enxergando e manter sua qualidade de vida.


Por: Redação

Postar um comentário