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MS registra 14ª morte por chikungunya e concentra mais de um terço dos óbitos no Brasil

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Dourados confirmou nesta sexta-feira (5) a 14ª morte por chikungunya em 2026 e passou a concentrar mais de um terço de todos os óbitos registrados pela doença no Brasil neste ano. Com a nova confirmação, Mato Grosso do Sul soma 22 mortes causadas por enfermidade.

A vítima mais recente é um homem de 68 anos que estava internado no Hospital Universitário desde o dia 15 de maio. Ele morreu em 3 de junho e, segundo o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), apresentou comorbidades, incluindo doença respiratória crônica e diabetes.

Considerado o epicentro da chikungunya no país, Mato Grosso do Sul concentra 61,1% das 36 mortes registradas nacionalmente em 2026. O Estado acumula ainda 12.864 notificações da doença.

Dos 22 óbitos confirmados em território sul-mato-grossense, 14 ocorreram em Dourados. Bonito e Jardim registraram dois casos cada, enquanto Fátima do Sul, Guia Lopes da Laguna, Douradina e Itaporã tiveram uma morte cada.

Com 14 mortes, Dourados responde sozinha por 38,9% dos óbitos registrados no Brasil e por 63,6% das mortes em Mato Grosso do Sul. O município contabilizou 9.333 notificações da doença neste ano. Desse total, 4.545 casos foram confirmados, 406 seguem em investigação e 4.382 foram descartados.

Atualmente, 29 pacientes permaneceram internados com suspeita ou confirmação da doença. A taxa de positividade dos exames é de 50%, indicando que metade das pessoas testadas com sintomas tiveram diagnóstico confirmado para chikungunya.

Entre as 14 vítimas fatais registradas em Dourados, dez eram indígenas. Os óbitos incluem três bebês, uma criança de 12 anos e dez adultos, a maioria idosos com idades entre 29 e 82 anos.

Além dos casos confirmados, quatro mortes seguem investigação pelas autoridades de saúde.




Por: Redação

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