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Aedes avança em MS e 9 cidades entram em alerta máximo para infestação do mosquito

 

Campo Grande News


O mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, voltou a acender o sinal de alerta em Mato Grosso do Sul. Levantamento divulgado pelas autoridades de saúde aponta que nove municípios do Estado estão classificados em alto risco de infestação, cenário que preocupa devido ao potencial aumento de casos das doenças nos próximos meses.

Os dados fazem parte do mais recente monitoramento realizado por meio do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), ferramenta utilizada para identificar a presença de focos do mosquito e direcionar ações de combate.

Além das cidades em situação crítica, diversos outros municípios aparecem em condição de médio risco, demonstrando que a proliferação do inseto segue avançando em diferentes regiões sul-mato-grossenses.

Entre os principais fatores que contribuem para o aumento da infestação estão o acúmulo de água parada em quintais, terrenos baldios, recipientes descartados irregularmente e reservatórios sem vedação adequada.

As autoridades de saúde reforçam que a participação da população é fundamental para conter a proliferação do mosquito. A orientação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, manter caixas d’água fechadas, limpar calhas e verificar regularmente vasos de plantas, pneus e outros objetos expostos ao tempo.

O alerta ocorre em um momento de preocupação nacional com doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Especialistas destacam que o controle dos focos continua sendo a principal medida para evitar surtos e reduzir a circulação do mosquito.

As equipes de vigilância epidemiológica seguem intensificando visitas domiciliares, mutirões de limpeza e ações educativas nos municípios com maior índice de infestação. Enquanto isso, a recomendação é que moradores procurem atendimento médico ao apresentarem sintomas como febre alta, dores no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele ou mal-estar persistente.

A Secretaria de Saúde alerta que o combate ao mosquito depende da colaboração coletiva e que pequenas atitudes dentro de casa podem fazer grande diferença na redução dos focos e na prevenção das doenças.




Por: Redação

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