Professor de Educação Física é exposto nas redes sociais por denúncias de importunação e perseguição contra mulheres em MS
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| Reprodução |
Um professor de Educação Física da rede local de ensino foi exposto nas redes sociais após uma série de denúncias de importunação e perseguição contra mulheres em Paranaíba e cidades da região. As acusações ganharam grande repercussão nos últimos dias, após vítimas começarem a compartilhar relatos e provas das abordagens feitas pelo suspeito.
O caso veio à tona quando uma mulher decidiu tornar pública sua experiência, divulgando capturas de tela e mensagens que, segundo ela, mostram investidas insistentes e de cunho sexual feitas pelo professor. A publicação acabou incentivando outras mulheres a relatarem situações semelhantes envolvendo o mesmo homem.
Após a primeira denúncia, dezenas de vítimas passaram a compartilhar relatos nas redes sociais, incluindo adolescentes menores de idade. Segundo o material divulgado pelas próprias vítimas, o professor mantinha um comportamento persistente e invasivo, enviando mensagens com teor sexual e insistindo em contato mesmo após negativas.
De acordo com o dossiê que começou a ser formado pelas denunciantes, em diversos casos o suspeito continuava insistindo nas abordagens, o que caracterizaria perseguição. Algumas mensagens divulgadas mostram ainda que, ao ser rejeitado ou bloqueado, ele teria passado a fazer ameaças contra as mulheres, numa tentativa de intimidá-las.
A repercussão do caso provocou indignação entre moradores de Paranaíba e também em cidades vizinhas. A mobilização digital fez com que um grupo de mulheres se organizasse para reunir provas e buscar orientação jurídica para transformar os relatos divulgados nas redes sociais em denúncias formais às autoridades.
Especialistas lembram que a importunação sexual e o crime de perseguição, conhecido como “stalking” e previsto no artigo 147-A do Código Penal, são considerados crimes. Diante disso, autoridades orientam que vítimas que possuam provas, como mensagens, áudios ou capturas de tela, procurem a Delegacia da Mulher para registrar boletim de ocorrência e dar início às investigações.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News


