Contrato de R$ 60 mil por show em Nioaque levanta suspeitas de superfaturamento
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De acordo com os dados oficiais, o contrato foi celebrado com o fornecedor identificado como Matheus Cruz Cordeiros, com vigência entre os dias 9 e 27 de fevereiro de 2026. O valor integral foi empenhado e pago sem registro de aditivos ou descontos, conforme consta no sistema.
A justificativa apresentada descreve o Carnaval como um evento de “grande relevância cultural e social”, destacando o impacto no turismo e na economia local. No entanto, o montante destinado ao show especÃfico passou a ser alvo de crÃticas, principalmente diante da realidade enfrentada por setores essenciais do municÃpio.
Moradores ouvidos pela reportagem questionam a proporcionalidade do investimento. “É muito dinheiro para um único show, enquanto áreas como saúde, infraestrutura e limpeza pública enfrentam dificuldades”, afirmou um cidadão que preferiu não se identificar.
Especialistas em gestão pública apontam que, embora contratações artÃsticas sejam permitidas, os valores devem obedecer critérios de mercado e razoabilidade, podendo ser alvo de investigação caso haja indÃcios de sobrepreço.
Até o momento, a Prefeitura de Nioaque não se manifestou oficialmente sobre os questionamentos envolvendo o contrato.
A reportagem segue acompanhando o caso. O espaço permanece aberto para esclarecimentos por parte dos responsáveis.
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