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Pai diz que alertou filho sobre más companhias antes de jovem de 17 anos ser executado, em MS

Reprodução 

Abalado, mas consciente ao falar sobre a perda do filho, o músico Ivo Gabriel da Silva, de 57 anos, relatou à reportagem os alertas que fez ao jovem João Vitor dos Santos Silva, de 17 anos, assassinado durante a madrugada dentro da casa onde morava, no bairro Centro-Oeste, em Campo Grande.

Segundo o pai, ele já havia conversado diversas vezes com o adolescente sobre as companhias que mantinha e os riscos que corria. Ivo afirmou que tinha conhecimento de que o filho fazia uso de entorpecentes e se envolvia com pessoas que considerava más influências. “Eu avisei, conversei, falei que ele precisava se afastar dessas amizades, porque isso podia acabar em sofrimento ou em algo pior”, disse ao TopMídiaNews.

Ainda conforme o relato, João Vitor morava em um quarto nos fundos da casa da mãe. Em uma tentativa de protegê-lo, Ivo chegou a levá-lo para morar em sua própria residência, porém o jovem não se adaptou às regras impostas e decidiu retornar para a casa onde foi criado.

O pai explicou que o filho sempre teve uma criação mais livre e não aceitava se sentir “preso”. “Ele queria fazer as coisas do jeito dele”, afirmou, destacando que a decisão de voltar a morar com a mãe partiu do próprio adolescente.

Namoro pode ter motivado o crime

Ivo também contou que o relacionamento de João Vitor com a namorada era recente, o que impediu que a família conhecesse melhor a jovem ou entendesse o contexto da relação. Conforme informações já divulgadas, o principal suspeito do crime seria o ex-companheiro da namorada do adolescente, que teria deixado o sistema prisional poucos dias antes do homicídio.

João Vitor foi morto durante a madrugada, dentro da residência onde morava com a mãe. Segundo ela, homens armados invadiram o imóvel e executaram o jovem enquanto ela se preparava para sair para o trabalho.

O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura a autoria e a motivação do crime. Até o momento, ninguém foi preso.


Por: Redação - Jornal A Princesinha News 

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