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Deu merda? Jornalista tem carro “pincelado” com bosta e suspeita de vingança em Campo Grande

 

MídiaMax 



Um episódio no mínimo escatológico chamou a atenção em Campo Grande (MS) na última sexta-feira (9). Um jornalista e roteirista viveu uma situação digna de filme pastelão — ou pesadelo urbano — ao encontrar fezes humanas espalhadas na maçaneta do próprio carro enquanto fazia uma sessão rotineira de fisioterapia na Capital.

Ao Jornal Midiamax, o profissional contou que tudo aconteceu pouco após o horário de almoço. Ele saiu do trabalho no fim da manhã, estacionou o veículo na rua para almoçar em um restaurante e, em seguida, seguiu para a clínica onde realiza fisioterapia. Durante todo o trajeto, segundo ele, o carro estava absolutamente limpo.

“Saí do almoço e fui fazer minha fisioterapia. Nenhuma sujeira até então. Quando cheguei, todas as vagas estavam livres e estacionei na mais próxima à janela, bem em frente à clínica. Ainda fiquei um tempo dentro do carro. Quando desci, não estava sujo”, relatou.

O cenário mudou completamente ao fim da sessão. Ao retornar ao veículo, o jornalista se deparou com a nojeira na maçaneta. “Quando vi, falei: ‘P*ta merda, passaram merda no carro’. Avisei a recepção e perguntei se tinham papel higiênico, porque alguém tinha feito uma idiotice no meu carro”, contou.

A cena, registrada em foto, mostra claramente a maçaneta “pincelada” com cocô humano, o que elevou o episódio de incômodo a revolta

Tocaia e vingança?

Intrigado, o jornalista questionou se a vaga era de algum paciente fixo que pudesse ter se irritado, mas foi informado de que o espaço pertence à clínica e não tem “dono”. Diante disso, ele não descarta que a ação tenha sido uma vingança fria — e extremamente paciente.

“Vamos supor que fiz alguma barbeiragem no trânsito. Não é impossível. Essa pessoa teria esperado cerca de 15 minutos até eu sair do carro e mais uns 40 minutos até eu entrar na fisioterapia para fazer essa coisa comigo”, avaliou.

Ele reforça que a hipótese da “tocaia” não é descartada. “A sala de espera tem vidro, eu conseguiria ver quem fez isso. Não estacionei mal. Pode ter sido alguém aleatório, muito paciente, que resolveu se vingar com merda”, completou.

O jornalista solicitou imagens das câmeras de segurança do local, mas os equipamentos não registraram a ação. O carro já foi lavado para retirar a sujeira, descrita por ele como uma “sacanagem”.

Bosta na maçaneta pode virar indenização

Casos como esse não são apenas nojentos — podem render consequências jurídicas. Em situação semelhante, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou uma mulher a pagar R$ 10 mil por danos morais após esfregar fezes humanas na maçaneta do carro da vizinha, em Guaxupé (MG).

Apesar de estar ciente de que a bosta poderia virar caso de Justiça, o jornalista de Campo Grande afirmou que não registrou boletim de ocorrência e, por enquanto, também não decidiu se vai buscar reparação judicial.

Enquanto isso, o episódio segue como mais um caso bizarro do cotidiano urbano, provando que, às vezes, literalmente, deu merda.


Por: Redação - Jornal A Princesinha News 


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