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Acusado de matar filho pede exame de insanidade mental à Justiça da PB

 

Campo Grande News


A defesa de Davi Piazza Pinto, de 38 anos, acusado de matar o próprio filho de 11 anos para deixar de pagar pensão alimentícia, solicitou à Justiça da Paraíba a realização de um exame de insanidade mental. A vítima, natural de Campo Grande, tinha autismo não verbal e deficiência visual e foi assassinada por asfixia em um apartamento alugado em João Pessoa (PB).

A juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, da 2ª Vara Metropolitana do Tribunal do Júri da Paraíba, abriu prazo de 10 dias para que o Ministério Público estadual (MPPB) se manifeste sobre o pedido. Caso seja deferida pelo Poder Judiciário, a perícia médica avaliará se o réu possuía capacidade de compreender a ilicitude dos atos no momento do crime. O pedido de avaliação não garante a constatação de inimputabilidade. O réu segue preso preventivamente.


Relembre o caso

O crime ocorreu em novembro de 2025. De acordo com o inquérito policial, o réu planejou o assassinato sob a alegação de estar endividado e insatisfeito com o pagamento mensal de R$ 1,8 mil de pensão. Após sufocar a criança, ele utilizou transporte por aplicativo para carregar o corpo em um saco plástico e ocultá-lo em uma cova rasa na capital paraibana.

Em seguida, o acusado viajou para Santa Catarina, onde confessou o ato à mãe e telefonou para a ex-companheira admitindo o homicídio, entregando-se posteriormente à Polícia Militar local. Ele responde por homicídio qualificado por motivo torpe, asfixia e contra menor de 14 anos e ocultação de cadáver.



Por: Redação

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