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Com caroço no pescoço, diarista aguarda há três meses por exames na rede pública em MS

 

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Sem conseguir um diagnóstico definitivo na rede pública de saúde, Cristina da Silva, de 38 anos, enfrenta há mais de três meses as complicações provocadas por um nódulo na região do pescoço, que já afeta sua capacidade de fala. Embora tenha realizado avaliações iniciais no Sistema Único de Saúde (SUS), a moradora de Campo Grande necessita de procedimentos complementares que não estão disponíveis no momento pela rede pública municipal.

Sem contrato formal de trabalho por precisar prestar assistência constante à filha, que possui demandas especiais de saúde, Cristina atua como diarista e lavadeira. O custo dos procedimentos necessários na rede privada é de R$ 480, montante inviável para o orçamento familiar, mantido por serviços temporários. Diante do quadro de dor contínua, a moradora recorre a consultas frequentes para a obtenção de analgésicos e, em ocasiões de desabastecimento nas unidades de saúde, arca com a aquisição dos medicamentos por conta própria.

Além da incerteza sobre a própria condição de saúde, a família enfrenta restrições orçamentárias severas para cobrir despesas básicas de moradia e alimentação. A situação motivou a mobilização de pedidos de auxílio para a compra de itens essenciais à rotina da filha, como fraldas e insumos para inalação, além de gêneros alimentícios.


Por: Redação
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