Vício em bets chega a quatro pessoas por semana aos CAPS e psiquiatra alerta para falta de atendimento especializado em MS
| Foto: Henrique Kawaminami |
O diagnóstico desses casos pode ser chamado de jogo patológico, ludopatia ou transtorno de jogo. Pode vir acompanhado de depressão, ansiedade e outras formas de sofrimento mental.
A ausência de uma linha de atendimento e de unidade especializada nisso é o que preocupa o psiquiatra. “Nem na rede particular nós temos isso”, ele frisa.
Carlos explica que medicamentos para ajudar no controle dos sintomas de descontrole e terapias são as principais ferramentas para auxiliar o paciente a sair do vício. Podem ser receitados antidepressivos, calmantes e anticonvulsivantes. Todos exigem receita médica.
O médico recomenda que os pacientes comecem o tratamento utilizando a plataforma de autoexclusão do Governo Federal para pararem de apostar.
Ela foi criada em dezembro do ano passado pelo Ministério da Fazenda e registrou mais de 570 mil cadastros em todo o País até maio deste ano. O sistema permite que o cidadão bloqueie voluntariamente o próprio CPF em todas as bets regularizadas, ajudando a controlar o acesso aos jogos e reduzir comportamentos compulsivos.
Por: Redação
Informações Campo Grande News
