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Acusado de matar subtenente da PM tem liberdade negada e também responde por pornografia infantil

Campo Grande News

A Justiça de Mato Grosso do Sul negou o pedido de liberdade de Gilberto Jarson, de 50 anos, acusado de matar a subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, em Campo Grande.

Além de responder por feminicídio e porte ilegal de arma de fogo, ele também é réu por armazenamento de pornografia infantil. 

A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), que manteve a prisão preventiva do acusado.

A defesa havia solicitado a substituição da prisão por medidas alternativas ou prisão domiciliar, alegando risco à integridade física do investigado dentro do sistema prisional. 

Segundo o relator do caso, desembargador Zaloar Murat Martins de Souza, a manutenção da prisão é necessária para garantir a ordem pública e preservar a instrução processual.

A Justiça entendeu que a soltura poderia comprometer a coleta de provas e depoimentos de testemunhas. 

O crime aconteceu em abril deste ano, no Conjunto Habitacional Estrela Dalva, em Campo Grande. Marlene, uma das pioneiras da Polícia Militar feminina em Mato Grosso do Sul, foi encontrada morta dentro da residência onde vivia com o companheiro. 

De acordo com as investigações, policiais encontraram Gilberto no imóvel logo após o disparo, com um revólver calibre .38 nas mãos.

Durante a apuração, ele apresentou versões contraditórias sobre o ocorrido. Testemunhas também relataram que o casal mantinha um histórico de discussões frequentes e que já haviam ouvido pedidos de socorro vindos da residência anteriormente. 



Por: Redação 

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