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Recém-nascida de 20 dias aguarda vaga hospitalar após diagnóstico de pneumonia e bronquiolite

MídiaMax

Uma bebê de apenas 20 dias de vida aguarda transferência para uma unidade hospitalar em Campo Grande após ser diagnosticada com pneumonia e bronquiolite. O caso mobiliza a família, que relata preocupação com o estado de saúde da criança.

A jovem Ana Jullya Ferreira da Silva, de 19 anos, é mãe de Maria Clara de Lima Silva, que apresentou os primeiros sintomas no último domingo (3), com respiração acelerada e leve afundamento abaixo das costelas — sinais de dificuldade respiratória.

Diante da piora, a mãe levou a filha, na segunda-feira (4), para a UPA Universitário. Segundo relato, a bebê foi classificada com prioridade de atendimento na faixa laranja, indicando quadro de maior gravidade.

“Chegamos aqui e ela já foi classificada na faixa laranja, por causa da dificuldade para respirar. A pediatra avaliou e solicitou um raio-x, que apontou uma mancha no pulmão. Além da pneumonia, a médica também confirmou bronquiolite”, relatou a mãe.

Ainda de acordo com Ana Jullya, a filha necessita de antibióticos que não estão disponíveis na unidade de pronto atendimento, sendo necessários apenas em ambiente hospitalar. Enquanto aguarda a regulação de vaga, a recém-nascida segue internada na UPA.

“Ela tem só 20 dias de vida e precisa ser tratada o quanto antes”, destacou.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande informou, por meio de nota, que não pode divulgar informações individualizadas sobre pacientes, em cumprimento à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao princípio constitucional da inviolabilidade da intimidade e da vida privada.

A pasta orientou que informações detalhadas sejam repassadas apenas ao próprio paciente ou responsável legal, por meio dos canais oficiais, como a Ouvidoria do SUS.

O caso evidencia a preocupação de familiares que dependem da regulação por vagas hospitalares, especialmente em situações que envolvem recém-nascidos e quadros respiratórios considerados delicados.


Por: Redação

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