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SIDROLÂNDIA: Falta de monitores em ônibus escolares preocupa pais e coloca alunos em risco

Reprodução 

A ausência de monitores nos ônibus escolares em Sidrolândia tem gerado preocupação entre pais e responsáveis e provocado sobrecarga aos motoristas responsáveis pelo transporte dos estudantes. Sem o apoio de um profissional para auxiliar durante o trajeto, os condutores precisam dividir a atenção entre o trânsito e o controle do comportamento das crianças, situação que pode comprometer a segurança.

A legislação brasileira, por meio da Lei nº 12.608/2012, recomenda a presença de monitores, especialmente no transporte de crianças menores e em casos de transporte especial. O objetivo é garantir disciplina, organização e auxílio no embarque e desembarque dos alunos.

Além disso, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) reforça a necessidade de cuidados especiais no transporte de estudantes, destacando a importância de medidas que assegurem a integridade física dos passageiros.

Principais problemas causados pela falta de monitores

Segurança no trânsito:

Sem monitor, o motorista precisa se concentrar na condução do veículo e, ao mesmo tempo, controlar o comportamento dos alunos, o que aumenta significativamente o risco de acidentes.

Embarque e desembarque:

A ausência de um profissional para organizar a entrada e saída dos estudantes eleva o risco de quedas, atropelamentos e outros incidentes, principalmente com crianças menores.

Especialistas destacam que a função do monitor é essencial para organizar o uso de cintos de segurança, manter a disciplina no interior do veículo e garantir que o embarque e desembarque ocorram de forma segura.

Como agir

Diante da situação, pais e responsáveis podem formalizar denúncia junto ao Ministério Público da região, solicitando a regularização do serviço e o cumprimento das normas de segurança previstas em lei.

A falta de monitores nos ônibus escolares representa uma grave falha de segurança e desrespeita normas de proteção a crianças e adolescentes, exigindo providências das autoridades competentes para garantir a integridade dos estudantes.


Por: Redação - Jornal A Princesinha News 

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