Bebê de 1 mês morre por chikungunya e MS já soma seis óbitos em 2026
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| Ilustrativa |
A vítima é um bebê de apenas um mês de vida, do sexo masculino, sem comorbidades relatadas. Com a confirmação, Mato Grosso do Sul chega a seis mortes pela doença em 2026. O sexto óbito é de um morador de Bonito.
Dourados enfrenta atualmente um cenário crítico, com decreto de emergência em saúde pública devido à alta incidência da doença. Equipes da Força Nacional do SUS atuam no município para reforçar o atendimento e conter o avanço dos casos.
De acordo com o boletim epidemiológico municipal divulgado na última terça-feira (24), a cidade acumula 1.286 casos prováveis de chikungunya, sendo 721 já confirmados. A taxa de positividade atinge 76,8%. A maior concentração de casos está na Reserva Indígena, especialmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Até ontem (24), 27 pessoas permaneciam internadas com diagnóstico confirmado da doença.
Entre as demais mortes registradas no Estado, há outro bebê, de três meses, que faleceu no dia 10 de março. As outras vítimas são idosos: uma mulher de 69 anos, com óbito em 13 de fevereiro; um homem de 73 anos, morto em 9 de março; e outra mulher, de 60 anos, falecida em 12 de março.
A SES-MS reforça a necessidade de prevenção contra o Aedes aegypti, principal vetor da chikungunya. A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água parada, tanto em residências quanto em áreas próximas.
A Secretaria também mantém monitoramento contínuo da situação epidemiológica e alerta que, ao apresentar sintomas como febre, dores intensas nas articulações, dor de cabeça ou manchas na pele, a população deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento adequado.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News
(MídiaMax)

