MPF arquiva pedido de investigação contra Bolsonaro e familiares por supostos crimes na pandemia
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| Metrópoles |
A denúncia teve origem em uma representação encaminhada por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF. No documento, eram atribuídas a Bolsonaro e à “família Bolsonaro” acusações como genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), prática de “rachadinhas”, envenenamento de autoridades e atentados à ordem democrática.
Ao analisar o conteúdo, o MPF concluiu que não há elementos mínimos que justifiquem a abertura de investigação criminal. Segundo a procuradora, as informações apresentadas são “inespecíficas e genéricas”, sem provas documentais que sustentem as acusações.
De acordo com a decisão, a manifestação é composta por relatos pessoais, avaliações subjetivas, percepções políticas e links de vídeos, conteúdos publicados em plataformas digitais e matérias jornalísticas, sem a descrição objetiva de condutas criminosas, nem indicação de tempo, modo ou lugar dos supostos fatos.
O documento também destaca que os temas mencionados já foram amplamente debatidos na esfera pública e objeto de apuração por diferentes instituições, como o Supremo Tribunal Federal (STF), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o próprio MPF.
Diante da ausência de indícios de materialidade e autoria, o órgão concluiu que não existem motivos plausíveis para justificar a atuação da Polícia Federal ou a abertura de procedimento investigatório pelo Ministério Público Federal no caso.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News



