De salgado e refrigerante ao São Paulo: a trajetória de superação do volante Djhordney
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Nascido e criado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Djhordney carrega na memória os tempos em que jogava bola movido por um simples acordo com o pai, seo Ara: dos 12 aos 14 anos, se treinasse bem, teria direito a ir até a lanchonete para comer um salgado e tomar um refrigerante. Hoje, o volante colhe os frutos da dedicação ao vestir a camisa do São Paulo Futebol Clube.
A disciplina que garantia o lanche na infância foi a mesma que o fez subir ao profissional e cair nas graças do técnico Hernán Crespo: treinando forte e se destacando no dia a dia.
A trajetória, no entanto, não foi feita apenas de recompensas. Em um retorno de treino, Djhordney e o pai sofreram um acidente de moto. Apesar do susto, nada de grave aconteceu. O jovem apenas ralou a mão — e não chorou. Impressionado com a coragem do filho, seo Ara o presenteou com uma chuteira nova, símbolo de incentivo para seguir firme no sonho.
Foi na escolinha onde treinava que surgiu a primeira grande oportunidade. Aos 14 anos, Djhordney conseguiu um teste no Grêmio Novorizontino. Aprovado, passou a morar sozinho no alojamento do clube, iniciando de vez a caminhada no futebol profissional.
Ele permaneceu no Novorizontino até os 16 anos, período em que chegou a atuar pelo sub-20 e chamou a atenção do Sociedade Esportiva Palmeiras. Em 2025, retornou ao Novorizontino, mas logo despertou o interesse do São Paulo, que o levou para o centro de formação de Cotia, reconhecido por revelar grandes talentos.
Além do talento em campo, Djhordney também carrega uma marca especial na família: o “Djh” no início do nome é tradição entre os irmãos Djheven e Djhena.
Da simplicidade de um salgado e refrigerante às exigências do futebol de alto nível, Djhordney mostra que dedicação e coragem seguem sendo os principais ingredientes de sua história.
Por: Redação - Jornal A Princesinha News


