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PT larga em desvantagem na corrida ao Senado e aposta em alianças para fortalecer base em 2026

UOL Notícias 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda Fernando Haddad enfrentam um cenário desafiador para o Partido dos Trabalhadores (PT) na disputa pelo Senado em 2026. Considerada estratégica para um eventual quarto mandato de Lula, a eleição deve começar com o partido em desvantagem.

Atualmente, o PT conta com nove senadores, mas seis deles encerram seus mandatos neste ciclo, o que impõe uma renovação significativa na bancada. Entre os nomes que deixam o cargo está Paulo Paim, que não pretende disputar a reeleição. Já Fabiano Contarato e Randolfe Rodrigues são avaliados internamente como candidatos que enfrentam um cenário mais difícil em seus estados.

Por outro lado, Jaques Wagner e Humberto Costa aparecem como nomes com condições mais favoráveis de disputa, segundo avaliações internas da legenda.

Diante desse quadro, o PT trabalha em duas frentes: fortalecer candidaturas próprias em estados estratégicos e ampliar alianças em colégios eleitorais decisivos. Em São Paulo, a legenda aposta na candidatura de Simone Tebet ao Senado, buscando ampliar o arco de alianças. No Rio de Janeiro, o partido considera o palanque do prefeito Eduardo Paes como ativo importante na articulação local.

A estratégia também envolve composições com partidos como Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Partido Socialista Brasileiro (PSB) em diferentes estados, numa tentativa de construir uma base mais robusta na Casa.

Internamente, a avaliação é de que, apesar da largada em posição desfavorável, o partido pode equilibrar o cenário por meio de alianças amplas e palanques competitivos. O controle do Senado é visto como determinante para garantir governabilidade e sustentar projetos do Executivo nos próximos anos, caso Lula avance para um novo mandato.


Por: Redação - Jornal A Princesinha News 

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